Contexto

Chicharro

Se há coisa que posso dizer das minhas férias, é que fiz uma data de coisas que nunca tinha feito. Antes dos pensamentos menos dignos deste blog, esclareço: nadei numa cascata, ande de lancha, vi animais que nunca tinha visto (a contar em episódios futuros) e pesquei. Sim, caniço (ou cana), carreto, anzol e chumbada numa mão, balde na outra e aqui vai o Nuno, o pescador. A caça era esse enorme e feroz peixe que dá pelo nome de Chicharro (ver em cima descrição). Apanhei 5, em duas vezes que lá fui (à pesca). Adorei. Bem, fiquei cheio de pena dos bichos. Mas aquilo é giro. Fora isso, foi uma experiência que gostava de repetir. Além do Chicharro, nos dias que ficaram por contar, visitei a Fazenda de Santa Cruz, mini-zôo/parque de merendas/sítio giro para passar uns momentos, onde vi faisões e trutas. E veados (gamos, para ser mais exacto), a partilhar o mesmo espaço com galos. Fomento da união animal, portanto. Para finalizar, visitei a ponta norte da ilha, a Ponta Delgada florentina, com o seu farol eremita, do qual, infelizemente não possuo imagens.

Frases:

Isto como é que se faz?

Afasta lá o anzol que isso ainda me arranca um olho.

Provimil estraga a boca do peixe.

Ena pesquei um! E agora?

Quatro?!?! É lá!!

Ser pescado de lado.

Chupar Canarroca

Vaca a ser mugida.

Faroleiros.

Faroleiro que conta a vida toda.

Faroleiro que conta a vida toda num farol onde a temperatura ronda os 40 graus.

O homem não se cala.

Ufa.