Contexto

Caldeiras das Flores

A vida nas Flores é sui generis: calma, sossegada, pouco trânsito (apesar de não haver assim tantas pessoas a andar a pé, como eu pensava), com um ar que respira-se até não ter mais pulmão e um calor que não se pode. Em suma, tudo aquilo que eu precisava. E depois, a beleza do sítio. Chiça, o verde parecia que nunca mais terminava! E depois, lá perdidas nos montes, encontravam-se as caldeiras. Sete no total, cada uma diferente da outra, diferente das que tinha encontrado em São Miguel. Lomba, Rasa, Funda, Branca, Seca, Comprida e Negra são os nomes e, em quase todas, a característica mais evidente de cada uma. De todas, enamorei-me pela Negra (ilustrada mais abaixo). Aquele azul nem parece natural, e no entanto, é por ter tido apenas a Natureza como criadora que se tornou assim: azul como as coisas azuis. Só mesmo na ilha das Flores. (P.S. Passei o farol de Ponta Delgada e a Fazenda das Lajes mas prometo retomá-las no próximo post)

Frases

Acordar cedo em férias não dá muita saúde, não faz crescer mas fica-se com tempo para ver as coisas.

À segunda foi de vez.

Estrada boa.

Primeiro Uau do dia (Caldeira Rasa e Funda).

Apanhar palha para fazer pincel.

Um mar de hortênsias.

Segundo Uau do dia (Caldeira Seca e Branca)

É melhor mudar de condutor.

Carro a derrapar com pessoas importantes dentro dele…Nervos!

Pic-nic no meio do mato.

Terceiro Uau do dia (Caldeira Negra e Comprida)