Contexto

Miguel Veloso e a cláusula de rescisão: «30 milhões é muito»

Eu cá acho que ele é capaz de custar um carapau seco. Vá, carapau e meio. E do espanhol.

Agora, um pouco menos parvo: Portugal ganhou, já estamos nos Quartos-de final do Euro 2008. Alegria. Coisa rara nos últimos tempos cá no burgo. Hoje passei por um piquete de camionistas e deu para ver que, afinal, as coisas não se passam só na televisão. O risco do país parar é mesmo real e as pessoas não parecem dar muita importância. Talvez quando tiverem de apanhar o comboio para a praia (pois o combustível está prestes a tornar-se um bem em extinção), já digam qualquer coisa.

Hoje, no restaurante onde almoço diariamente com os meus colegas de trabalho, vimos uma ratazana. Informamos o Sr. Teixeira, dono do estabelecimento, como bons clientes que somos. Ele disse-nos para não nos preocuparmos, pois havia mais umas quantas, ele já tinha conhecimento disso, que elas estavam lá porque “a casa é antiga e nós temos um coiso lá em cima e por isso é que eles aparecem”. Quanto a preocupações higiénicas, o excelso Teixeira assegurou-nos que “não havia motivos para alarme, que a cozinha era aberta”. Aliás, confidenciou-nos ainda – sempre num tom nada preocupado com o facto dos seus clientes regulares terem encontrado uma ratazana no seu estabelecimento -, que numa das noites de fado que ele organiza, as ratazanas vieram todas assistir, tendo, inclusive, aparecido “um daqueles bichos com uma cauda muito grande”. “Um esquilo?”. “Sim, isso mesmo. Esses são mais engraçados”. Fim.