Contexto

Flores

Depois da capital, altura de partir em direcção à ilha mais ocidental da Europa,  a ilustre Flores. As quase 2 horas de voo até nem custaram tanto, como também não custou aterrar no pequeno aeroporto que serve a ilha. Nem uma bolsa de ar, nem turbulência, nem aterragens loucas, nada! Consideravelmente mais pequena que São Miguel, as Flores consegue, ainda assim, ser maior do que eu pensava. E mais verde do que eu supunha. Incrivelmente verde. E florido. E lindo. Mesmo.

Curioso aspecto: demorei mais tempo a ver vacas do que em São Miguel. Mas que as há, há. E bonitas. E tão sempre a pastar e a comer. E fogem de mim, e das minhas tentativas de lhes fazer umas festas. Raios.

Aqui vão as palavras-chave do primeiro dia como florentino:

Pista pequena, boa aterragem

Meet the Parents (and granny and the rest of the family)

Conhecer a mítica Marlene

Ser arrastada pela mítica Marlene para andar a distribuir sacos de papel

Conhecer a vila de Santa Cruz a pé

Cambiar para a praia (ou piscina natural)

Sentir as pedras da piscina natural a enfiarem-se nos meus dedos

Dormir ao sol

Entrar na água (não tão quente como me tinham vendido!!)

Rabo esfolado em tentativa de salvamento infrutífera

Apanhar sol onde antes se apanhava baleias